Comi a Aluna Desmaiada

A aluna desmaiada estava na sala da diretoria.
Foi durante uma competição de beleza feminina, promovida pelo colégio e comerciantes locais que ela se apresentou. Cabocla, cabelos longos, lisos e perfeitamente negros, pele escura e brilhosa. Lábios bonitos e cheios, parecia que estava pronta para receber um beijo a qualquer instante. Usava um maiô negro, o qual mostrava toda a beleza de seus metro e cincoenta e oito centímetros, um busto bonito de seios cheios e firmes, cintura fina, bunda arrebitada e bem proporcionada, coxas maravilhosas, perfeita nos seus quase sessenta quilos. A mais bonita concorrente da noite.
Ficou com o segundo lugar.
Pois é, desmaiou antes das notas dos jurados!
Não havia ali um médico ou alguém com capacidade para atendê-la, que entendesse de primeiros socorros, por exemplo. Só eu. E fui deixado com ela ali na sala da diretoria, eu mais a diretora. A primeira providência, aprovada por ela, foi retirar a roupa da aluna, ao menos a parte sobre o tórax, para facilitar a respiração. Ato contínuo, massagear a caixa toráxica com paciência e conhecimento. Eu precisava colocar minhas mãos sobre os seios da aluna desacordada, um pouco acima e bem no centro, mas a diretora entendeu e continuei com meu trabalho. A menina era mesmo um encanto, mesmo apagada como estava, sensual demais, certamente ganharia o primeiro lugar, se não fosse o desmaio! Uns bons vinte minutos depois, ela já tinha voltado à vida, respirava calmamente. Um copo de soro caseiro, um pouco de sal sob a língua e agora era esperar sua recuperação completa. Claro, retiramos seu maiô (precisei olhar pra outro lado pois era uma aluna e não ficava bem ter um pau duro naquela situação…) e colocamos a roupa que usava antes, a qual era mais leve, folgada.
Susto passado, ela foi pra casa, levada por mim e mais dois alunos de escolta. Expliquei à mãe parte do ocorrido e retornei à minha própria casa.
Muitos dias depois daquilo, encontro com a garota nos corredores do colégio. Ela agradeceu-me pela ajuda prestada. Falava comigo de maneira inibida, envergonhada.
– O que foi? Porquê você está assim?
– Ah, professor, eu… desmaiei…
– Isso não é problema, pode acontecer com qualquer um.
– É que… sabe… você… ai, professor… você… me viu pelada… – eu me desculpei, expliquei que não estava sozinho com ela, havia a diretora presente… e nem tinha visto pelada de verdade, apenas uma parte, a que estava sem o maiô – Eu fiquei sabendo, mas… fico com vergonha… todo mundo sabe que eu fiquei daquele jeito?
– Pode sossegar, somente eu e a diretora sabemos o que se passou na sala, relaxe, ninguém precisa saber, nem sua mãe.
– Ai, professor, fico mais tranquila, sabe, eu sou evangélica e não ia ficar bem pra mim… nem era pra eu desfilar naquele dia… minha mãe quase me mata! Ela não gosta que eu use roupa daquele jeito! Minha igreja não permite, sabe…
Os dias passaram e aquilo foi esquecido por mim.
Mas… percebi que algumas alunas pareciam estar agindo diferentemente comigo. Pareciam… enciumadas… sempre que a dita aluna se aproximava de mim. Ela era uma pessoa carinhosa, educada, brincava de lecionar em casa, dava aula para alguns amigos vizinhos e aquilo divertia a mãe e eu achava particularmente bonito da parte dela. Até me ofereci algumas vezes a ajudá-la. “Ai, pró, que é isso! Você que é bom, suas aulas são muito boas, eu apenas brinco de dar aula, é só de brincadeirinha…”. No entanto, eu via a desenvoltura da garota, explicava muito bem tudo; seus olhares para mim eram de admiração, ajudava alguns colegas de sala em matérias que ela entendia, olhava pra mim e sorria. “Quem sabe, um dia vou ser professora de verdade”. Ainda morava com a mãe, mas já era maior de idade, trabalhava para ajudar em casa.
Outro dia, estando a mãe no centro da cidade (o que significava que estava muito longe e demoraria a retornar), vi a jovem professora na varanda de sua casa com um grupo de meninos. Me convidou a entrar e fui tomar um pouco de água. Conversamos sobre os garotos e garotas que tinham ido embora, quando ela pareceu ter mais um princípio de desmaio. Foi só um susto, logo passou, mas fiquei por perto, ela poderia precisar de ajuda, havia ninguém para socorrê-la. Fomos ao lado de trás da casa onde havia uma bica, ela molhou a cabeça, jogou os cabelos para trás e acabou por me molhar. Se desculpou e fomos ao seu quarto, onde ela me forneceu uma toalha, com a qual me sequei. Ela estava com a blusa bem molhada e pude perceber seus seios firmes por baixo do tecido. Disfarcei e olhei em outra direção. Ela percebeu e ficou rindo.
– Você é bom em ajudar gente que desmaia, né! Estudou primeiros socorros, professor?
– Estudei, sim, tive aulas de enfermagem.
– Nossa, pró, você também sabe de tudo, heim! Pra minha sorte, se não fosse por você, nem sei… acho que teria morrido…
– Em realidade, você estava com a pressão baixa demais, devido ao calor, o nervosismo e aquele maiô apertando você, impedindo de respirar direito.
– Ah… o maiô… foi você que retirou ele, pró?
– Foi sim, mas não se preocupe, a diretora…
– Eu já sei, ela estava ajudando… e… o que você… achou…
– … eu achei…?
– É… o que achou?
– Huuuum… ainda não entendo…
– O que achou… quer dizer… você… hã… você gostou…
– Gostar… eu gostei de ajudar, sim…
– Não, professor! Eu quero saber se gostou do que viu. Me achou bonita? Você me acha bonita? Você votaria em mim, se fosse jurado? Gostou… de me ver… sabe… pelada… de tirar minha roupa…?
Ela já estava, timidamente, encolhida em um canto, olhando pra baixo, mexendo um pé para um lado e para o outro… parecia que ia chorar… eu a envolvi nos braços e procurei acalmá-la, explicando que aquilo tinha sido inevitável, mas que nada de mais tinha acontecido, não precisava ficar com vergonha de mim… ela ergueu os olhos e mirou em mim:
– Eu não estou com vergonha de ter me visto nua, estou é com medo de você dizer que me achou feia, só isso. Eu sou pretinha, gordinha… feinha…- me abraçou ternamente e perguntou novamente – Você gostou? Me achou bonita?
Não, o que ela queria era mais do que um sim ou não, dava pra sentir seu corpo vibrando de tensão… e tesão. Claro que achei bonita, linda, deveria ter ganhado o primeiro lugar, sim. Era maravilhosa. Foi o que respondi. Com respeito a ser gorda… aquilo era brincadeira… com aquele corpo maravilhoso… era deliciosa, isso sim! Ela pulou, agarrada no meu pescoço e disse “Obrigada, pró! Eu te amo! Você é demais!” e me beijou com vontade. Que menina maluquinha! A casa toda aberta, podia aparecer alguém ali e nos encontrar naquela situação comprometedora. Ela se enroscou no meu corpo, beijava meu peito “Você é bem cabeludo! Que lindo!”, alisava o rosto nos pelos (“É gostoso!”) e abria minha camisa, ia descendo, beijava meu umbigo… menina, você sabe o que está fazendo? Foi o que perguntei.
– Sei, pró, sei sim, estou agarrada com meu pró, meu gostoso pró, um gato de homem delicioso. Não está gostando? Você mesmo que disse que sou linda, maravilhosa? Já esqueceu?
– Eu sei, sua doida, mas acontece que sou bem mais velho que você!
– E daí? Eu não ligo. Idade não impede felicidade. Pensa que não sei dos amassos que você já deu em … – e citou nomes… – eu não mereço também um pouquinho do meu professor? Só as outras vagabundas é que podem ter você?
Eu ria. Estava se mostrando uma menina assanhada e decidida, aquela.
Fomos ao banheiro e tomamos banho, estava calor. Eu a ensaboei todinha, o corpo magnífico de minha cabocla tesuda, ela toda pronta pra ser envarada. “Ai, professorzinho, vem logo, vem, me castiga, sou uma vagabunda igual as outras, bem vadia mesmo, está vendo… mereço ser castigada, vem…” e me levou para o vaso, onde sentei com ela no colo. “Ai, meu gostoso, me faz parar de tremer, faz, estou um tesão tão forte… Sou uma putinha, não é, você gosta de mim assim?” e senti a vara entrando lentamente até forçar seu hímen. Pois é, ela era virgem…, mas logo deixou de ser com um grito forte “Aaaaai!”, não consegui evitar, ela estava já descendo com tudo na pica. “Nossa, fessô, será que fiz errado alguma coisa…?” e tive de explicar o que estava acontecendo. “Á, é só isso? Tudo bem, eu não queria ser virgem pra sempre mesmo…!” e continuou a cavalgar no cacete. Gemia com as estocadas, rebolava no pau até gozar. Foi fraquinho (afinal tinha perdido o cabaço naquele instante), mas gozou. Voltamos ao chuveiro e ela reclamou do ardor do hímen rompido. No entanto, não seria aquilo que iria parar o fogo daquela deusa brazuca maravilhosa. Deitado no chão de ladrilhos, coloquei-a novamente por cima do meu pinto e vi descer lentamente, com seus cabelos longos caindo sobre seu rosto bonito. Ela gemia de felicidade, quicava na vara com alegria, ficou apoiada nos joelhos e continuou a pular, a pica entrando e saindo de sua boceta deliciosa. “Pró, você está me fazendo tão feliz! Eu queria isso já fazia um tempão!”
Dali, fomos ao quarto, onde demoramos mais umas duas horas. Ao me despedir, ela resplandecia de felicidade. “Você me fez mulher de verdade! Isso não vou esquecer!”

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