Comi a esposa gostosa do corno

Neste relato segue uma história com muitos tons, de delícia de amor e sexo, de perseguição, apertos, tristeza e saudades… Muitas saudades!

Para quem não me conhece, sou generoso, atencioso, simpático, bonito e gostoso (segundo as cantadas que recebo) – procuro me vestir bem, perfumar, tenho um sorriso agradável – discreto e cavalheiro. Adoro e me realizo como homem ao fazer minha fêmea gozar e gozar no prazer com muito carinho. Estatura mediana, ao estilo hispânico, mestiço, meu pau se mede nisso – ter feito muitas mulheres gozarem e saber usá-lo como uma amante perfeita que tenho mantido, “de saber fazer muito gostoso”.

Comi uma casadinha gringa da região Sul. Quando a conheci, tinha um corpo mais magro, cabelos longos, castanho escuro que descia quase até a cintura, olhos verdes, bem gostosa e um par de seios que ainda me dá tesão até hoje de fazer tudo neles .

Coitadinha! Deve ter ainda um pobre corno que tenta prender essa mulher doida para transar em um casamento sem sexo. Segundo depois do que ela me contou, após deixá-la exausta e com a bucetinha bem fodida, o desespero dela foi não encontrar saída a não ser me achar para trepar. Seu marido tem algum problema de saúde. Tornei uma espécie de amante comedor namorado.

– Não! Eu não posso me apaixonar por você – Ela disse fugindo do meu olhar. Descobri essa minha putinha por chat. Descobri que era da minha região próxima de Porto Alegre, idades compatíveis e conversas apimentadas e com toques bem objetivos. Geralmente sou mais de conversa, mas ela desde logo se mostrou bem clara e objetiva. De lá pulamos pro Skype. Então, houve sedução e vontade de se ver. Fui deixando a mulher mais confortável, confiante, até porque sou assim, especialmente ao caso dela. Com filhos, pesava mais ainda para ela ter alguém que a entendesse.

– Agora que você fodeu gostoso comigo, você pode me chamar, conversar e foder muito quando quiser. Ninguém precisar saber, só entre nós, meu bem. – Disse apertando essa branquinha num abraço bem caloroso.

Vinda de uma família tradicional do interior do RS, não podia ser descoberta nem contar a suas amigas. Percebi a angústia e o nervosismo nela. Como boa gringa possessiva, bateu nela um ciuminho engraçado sobre mim, queria saber o que eu fazia, onde estava, com quem estava. O apego tomou conta. Só fiquei puto quando tentou me ligar na hora que eu estava indo pra cama comer minha mulher. Que saco!

– Você vai ter ciúmes de comer minha esposa? – Brinquei. Enfim, somos dois traidores sem os enfeites (esposos) saberem, o que apetece um pouco mais a história. No caso dela, pesa mais isso, o corno não come nem é manso, não aceita dividi-la e não dá uma sustentação na carne dela. Inclusive já consultaram médicos. Seus filhos eram de um casamento anterior. O corno era um marido sem cumprir deveres de sexo. E não a queria com ninguém.
Sabendo que sou professor, começou a brincar de me chamar de professor. Na brincadeira, disse a ela que teria muitas lições comigo, inclusive o que ela não tinha experimentado até agora, dar o rabinho… Fez mil perguntas, tinha medo e tudo. Ela não disse não… Então, eu desbravaria mais uma casadinha e ser dono de um rabo de uma potranca gostosa.

Devido a seu serviço em eventos, fácil poder achar um momento de nos encontrar na capital. Dia e hora marcados, busquei a moça, fomos a um motel onde ficamos por 4 horas. Almoçamos juntos. Tempo excelente para me dedicar a essa incrível mulher casada sem sexo. Fato é que a gente começou a se entender muito bem. Nosso primeiro encontro a descobri muito nervosa, tensa. Comecei a acalmar a cavala.

Pensei – Realmente, essa gostosa merece uma bem dada. Deitei com ela, conversei mais, passando a mão. Puxei a mão dela para meu peito. Comecei a beijar mais conversando sobre outras coisas. Aos poucos, ela foi cedendo. Subi nela, a prendi e comecei a sussurrar, beijar todo seu corpo. Cutuquei sobre o que a gente tinha conversado, do que ela disse de querer ser mulher na cama. Depois desse travamento inicial, ela esquentou e começou a curtir. Até que cheguei na buceta, entorno, disse que eu daria muito carinho… a cada toque, um estremecimento, se contorcia, gemia. Tirei a boca da buceta encharcada
– Agora vou te foder com a língua e só paro quando me der melzinho, minha putinha! Segurei firme suas coxas, arregaçando, expondo a bucetinha inapelavelmente à boca. A língua entrava fundo. Essa mulher parecia que ia voar da cama até fazer som de choro de gozo. Senti seu mel. Fui à boca dela e a beijei longamente.

– Hummmm… Que melzinho gostoso, meu amor! Quero mais!
Desci da cama, ela ainda em êxtase, com olhos felizes.

– Vem, minha branquinha, brinca com ele, agora. Dá o teu jeitinho nele. Prontamente me serviu um boquete delicioso. Eu somente segurava e não deixava aquele lindo cabelo cair na movimentação da boca dela, que me sugava desesperadamente.

– Isso, capricha, pois assim ele vai ficar pronto pra entrar na tua bucetinha.

Após colocar camisinha, ela ficou aberta deitada na cama, mas a surpreendi, quando deitei ao seu lado.
– Vem, te quero ver em cima, quero teu ritmo e vontade em cima, depois de mamar teu macho.

Na verdade, eu queria foder aquela buceta e mamar naqueles bicos deliciosamente espetados. A gringa logo logo gozou freneticamente, cravando as unhas no meu peito. Pediu desculpas pelo descontrole. A cadela realmente me machucou no gozo louco.

– Agora, vem, minha putinha. Puxei pra mim. Beijei e cravei em ritmos. Agarrei suas ancas e fui aos peitos para mamar. Não demorou para ela gozar de novo.
De lado, de pé, na cadeira. Estava uma delícia aquela bucetinha que apertava o pau logo que entrava. Suas pulsações eram recorrentes de gozos.
Era a hora de começar a explorar aquele rabo gostoso. Coloquei a putinha de quatro e fui manobrando seu corpo para que ficasse relaxada. Fiquei curtindo a meteção, falando putaria, que ela depois podia chamar seu macho de novo para dar conta daquele fogo preso. Continuei a meter na bucetinha bem lambuzada enquanto pus gel e comecei a brincar pincelando o cuzinho dela com os dedos. Massageava, entrava. Ora metia um ora metia dois… três…

– Não sei se vou conseguir, amor!

– Confia em mim. Não está gozando e se divertindo? Vou fazer de um jeitinho que você vai amar e pedir mais. Isso fodendo a buceta e dando trato no cuzinho, que já piscava. Estava, assim, dando sinais de confiança. Estava abrindo a chance. Eu não podia desperdiçar o momento.

– Promete que para se eu pedir? – Aquele pedido bem sem-vergonha da puta que está delirando na pica, que não nega, mas quer saber como é.

– E você me promete de me pedir mais se gostar? Com toda certeza, eu paro, faço o que você quiser. Tenho certeza de que é mulher que aguenta e que vai gostar tanto que vai me pedir mais. Vamos com muita calma e carinho, pois você guardou para mim.

Coloquei a mulher de ladinho, coloquei mais gel. Mais umas estocadas gostosas na bucetinha para deixar a fêmea com tesão, juntamente com dedos brincando na borda e entrando no buraquinho apertado que agora já estava com as pregas relaxadas. Com muita calma, falando com ela, a cabeça já havia entrado. Comecei a massagear carinhosamente o corpo dela, dizendo que ela era uma mulher de valor, gostosa, linda… E o pau lentamente entrando… Quando percebeu, já estava entalado no rabo dela.

– Que delícia de cuzinho, meu amor! Você me deixou entrar nele. Senti todo o calor dela, arrombando aquela zona desconhecida e temida dela. Aos poucos, mexendo, ela começou a tentar entender o que fazer. Ela ficou de olhos fechados, respirava fundo. Como uma cobra, fui serpenteando na medida da sua respiração. Ela começou a dar sinais de rebolar e buscar prazer. Pronto! Era o momento de fazer valer a foda do cú virgem.
– Vem, amor, me acompanha, vamos juntos, minha tesuda, que mulher deliciosa, agora teu cuzinho é meu. Vai ficar mais gostoso ainda. Quero te ver cheia de tesão. Não te disse que estava cheio de carinho. Que trataria ele como você merece? Agora tu é minha mulher, sabe que vou te comer gostoso. Eu te quero!
– Fiz a branquinha girar para ficar deitada de bundinha empinada. Lentamente, fui dando o ritmo e logo a mulher começou a explorar um tesão desconhecido.

– Isso, minha putinha, geme na pica do teu macho. – Não demorou muito para estar comendo como se tivesse na buceta. Ela começou a empurrar a bunda para trás, tarada sem-vergonha.

– Puta, safada, vai me fazer gozar assim! – Quase estourando minha porra, ela percebeu e começou a trepar desesperadamente, rebolando e se contorcendo na vara por baixo.

– Puta sem-vergonha! E se fazendo pra me dar o cuzinho… Olha só! Rebolando com a vara no rabo (Ela gemendo de tesão)… Vai me fazer gozar, minha potranca! Faz assim para encher teu rabo. Vai sentir porra nele. Tarada do teu comedor. Delícia de mulher, agora tu sempre vai me dar teu cuzinho. Eu quero! – Dei belos tapas na bunda branquinha e macia. – Não deu outra, gozei tudo e fiquei preso naquele rabo até deixar afrouxar a saída. Cuzinho ficou apertado e gostoso. Deslizei para fora com a camisinha cheia de porra.

– Cara, você acabou comigo! – Ela disse, arfando! Sem fôlego, ela parecia estar quase desmaiando. Achei mesmo que ela teria um troço. Ficamos deitados na cama até ela se recompor, muitos beijos, amassos.

Só que depois do almoço ainda teve que me dar na banheira de hidro e depois no chuveiro. Achou uma loucura. Ela sempre lembrava e me fazia pegá-la no chuveiro, com o rabinho empinado.

Depois de uma mensagem whats assim, caro leitor, tire suas conclusões sobre fecidades: “Quero te dizer q valeu a pena todo o esforço, tua companhia me faz muito bem e quando estou contigo fico realizada em todos os aspectos você é muito especial para mim alguém que quero sempre perto de mim bjs amei cada instante quero biss”

Add a Comment