Como eu dominei uma envagélica casada

Me chamem apenas de MESTRE. Sou um Dom iniciante, mas com muita autoridade e vocação para a deliciosa tarefa de dominar, humilhar, e proporcionar prazer intenso a mulheres casadas, noivas, e namoradas, tudo com muito sigilo e segurança.

Para as que apenas fantasiam e não procuram nada real, será um prazer escraviza-las virtualmente! Tenho 30 anos, vivo na cidade de Balneário Camboriú – SC. Tenho boa aparência, higiênico e muito discreto. Meu dote é de 18cm. Busco mulheres comprometidas, mas como sou um Mestre piedoso, atenderei ocasionalmente as preces das solteiras que também queiram ser dominadas e escravizadas.

O conto é longo e detalhado, mas eu garanto que vale a pena acompanhar até o fim. Aqueles que não tem paciência para contos longos que me desculpem, mas eu gosto é dos detalhes, contos curtos e sem nexo não tem sentido algum. Para descrever uma situação real e envolvente precisamos contar tudo desde o começo, para que a história se torne envolvente e excitante. Vamos lá então…

O fato ocorreu em 2009. Minha experiência como Mestre nesta época não passava de poucas dominações virtuais. Como de costume entrei em uma sala de fantasias sexuais no bate papo do UOL, com o apelido de MESTRE. Comecei a conversar com algumas pessoas na sala, quando de repente ,recebo uma mensagem reservada de uma garota. Ela disse estar curiosa sobre meu apelido, porque “Mestre”? Expliquei para ela o que é um Mestre dominador, sobre meu desejo de dominar e escravizar esposas e noivas, enfim, dei um relato completo de minhas intenções.

Liliane, este é seu nome, me pareceu estar muito curiosa, mas um pouco envergonhada. Perguntei a ela onde vivia, sua idade, entre outras coisas, para desviar um pouco o foco da conversa e a deixar mais a vontade. Ela me disse sua idade : 26 aninhos. Me descreveu sua aparência física: baixinha (1,55 m), magra, cerca de 48 kg, pele branca, olhos castanhos e cabelo preto, liso e compridão. E para minha alegria disse viver em Itajaí, cidade que fica aqui ao lado, uma avenida liga as duas cidades!

Minha excitação foi nas alturas, poder conversar com uma mulher da região interessada em dominação era como um sonho se realizando. Mas eu precisava primeiro conhecer melhor minha futura escrava, e confirmar se realmente ela tinha interesse em ser dominada ou se tudo não passava de especulação e curiosidade.

A surpresa maior foi o momento que ela me contou ser evangélica e casada, mãe de dois filhos. Liliane queixou-se que casou cedo, com 18 anos, e que seu marido, um homem mais velho, de 40 e poucos anos, não a valorizava como mulher, que sua relação tinha somente um pilar: a estabilidade financeira, nada além disso. Ela disse que entrou no bate papo nas salas de sexo, por curiosidade, já que nunca havia feito nada de “errado” na vida, mas que não era para pensar “coisa ruim” dela, pois era uma mulher séria, somente procurando conversar e conhecer coisas diferentes, mais por curiosidade do que por desejo, segundo ela mesma declarou.

Para mim, ela não enganou! Aquela crentinha queria algo mais, só não sabia como pedir. Seria uma deliciosa missão para o Mestre de Esposas! Pedi seu MSN, e começamos a conversar diariamente. Senti que ela estava muito carente, e foi neste momento que meu instinto de Mestre falou mais alto e parti para o ataque, não iria perder a oportunidade de dominar uma evangélica casada.

Liliane começou a se soltar nas conversas, e logo estávamos conversando sobre sexo, e ela contou que seu marido é muito religioso e severo. Liliane dizia que na hora do sexo, sem preliminares, ele somente subia em cima dela , na clássica posição papai e mamãe e gozava rapidamente, grunindo como um animal, ela se dizia enojada. Perguntei se alguma vez em 8 anos ele a fez gozar. A resposta, obviamente, foi um não. O mais espantoso, foi quando Liliane confessou, depois de muita insistência minha, que gozava quase que diariamente, se masturbando e descarregando seu tesão acumulado pela falta de um macho de verdade, já que em seus 26 anos teve somente um pau, o de seu marido, e que não sabia o que era sentir prazer de verdade com um homem, e que aquilo a estava torturando.

Eu estava transformando aquela moça evangélica e casada em uma devassa

virtual, nossos papos começaram a ficar picantes,e ela estava gostando da brincadeira. Senti que era o momento de começar o trabalho de dominação. Perguntei a Liliane, se ela desejava ser escravizada, humilhada, fodida, arregaçada e dominada por um Mestre dominador. Ela admitiu que sim, que essas conversas todas estavam mexendo com suas fantasias e que ela já se imaginava sendo dominada por mim, que sua xoxota começava a piscar e lambuzar ao imaginar tal situação.

Até então, não havíamos feito nada demais pela webcam, mas Liliane passou a liberar seus desejos secretos, deixando de lado sua religião e sua situação de mãe casada. Fiquei somente de cueca e com o pau duro, mostrando para ela o volume. Ela enrubesceu ao se deparar com a cena, mas os seus olhos brilhantes a denunciavam, ela estava excitada e gostando de tudo apesar da vergonha. Perguntei se ela estava pronta para “brincar pra valer”.

Ela respondeu que sim. O marido estava viajando e retornaria em dois dias, e as crianças dormiam no quarto, passava das onze da noite. Ordenei que ela ficasse somente de calcinha e sutiã. Liliane tentou argumentar, dizendo sentir vergonha. Não a poupei : CADELA! VAGABUNDA! Cala essa boca, crente PUTA e obedeça a seu Mestre, e nenhuma palavra a mais! Liliane esboçou um sorrisinho de satisfação ao ser humilhada daquela forma, e lentamente foi tirando seu vestido, ficando apenas com as roupas de baixo. Quando vi que usava peças íntimas nada sensuais, a humilhei:

Que palhaçada é essa? como ousa se mostrar desta forma a seu Mestre? Por acaso isto é algum tipo de brincadeira,? Que droga de calcinha é essa? Parece com uma cueca! E este sutiã horrível? Você está desapontando seu Mestre, e isto não é nada bom!

Ela ficou sem jeito, constrangida, mas entrou na brincadeira e se humilhou, implorou por perdão: Me diga o que esta serva pode fazer para agradar a você?

O quê? Jamais chame seu Mestre de “você”, VAGABUNDA DE QUINTA CATEGORIA. Apenas se dirija a mim como “MEU MESTRE”, “MEU SENHOR”, “MEU DONO”, nada além disso! Entendeu ou preciso desenhar?

Liliane pediu desculpas, com aquele sorrisinho maroto e encabulado. E perguntou de forma submissa novamente: MEU SENHOR, o que posso fazer para agrada-lo, me diga meu Mestre, eu imploro! Pode me punir, eu mereço!

Agora sim, melhorou. Quero ver esta boceta, anda logo cachorra! Liliane afastou a calcinha para o lado, pude contemplar uma xoxota lambuzada, de lábios grandes e rosados, mas muito, muito peluda. Não deixaria barato.

Chega! Está desagradando a seu Mestre. Como OUSA se mostrar peluda e mal cuidada deste jeito? VÁ DEPILAR ESTA BOCETA, AGORA ! QUERO VOCÊ RASPADA, PRONTA PARA O SEU MESTRE.

Mas Mestre.. meu marido…

QUE MARIDO O CARALHO ! VÁ DEPILAR AGORA, QUERO VOCÊ LISA, SEM NENHUM CABELO NESTA BOCETA. ANDA LOGO, SEM DISCUSSÕES!

Ela tentou explicar que o marido, se a visse depilada, iria querer explicações.

Não a deixei falar mais, apenas disse : Aquele CORNO não vai te ver depilada, pois você não vai meter com ele, invente dores de cabeça, ou o que for, mas ele não terá sua boceta por um bom tempo, E chega de bla bla bla, pegue uma gilete e depile essa xoxota e só me chame quando estiver pronta.

A crentezinha safada e submissa desligou a conversa no Msn e foi ao banheiro. Esperei por uma longa hora, até que ela voltou e ligou novamente a câmera. Me deparei com uma cena deliciosa: Ela estava com o cabelo molhado caindo sobre os seios, que por sinal são muito belos, pequenos como peras , durinhos e dotados de enormes bicos rosados e entumescidos de tesão, apontando para o alto. Ela massageava os seios e sorria para mim, com um ar de sapeca. A vergonha de antes parecia ter sumido dela, como em um passe de mágica. Mas como sou um Mestre, não a elogiei, pelo contrário, eu a xinguei:

SUA CACHORRA, O QUE ESTÁ FAZENDO? NÃO QUERO VER ESTAS TETAS E ESTA CARA DE VAGABUNDA, QUERO SUA XOTA TODA ARREGANHADA, MOSTRE LOGO A SEU MESTRE, QUERO VER SE FEZ DIREITINHO O QUE MANDEI!

Então, ela abaixou a câmera e pude visualizar sua boceta totalmente depilada. Ordenei que ficasse com as pernas abertas e levantadas para o alto para que pudesse arreganhar bem a boceta e se expor totalmente para mim. Mandei colocar a câmera bem próxima, para um close de sua genitália. A imagem era deliciosa, sua xoxota é grande e carnuda, lábios grossos e rosados e um grelo saliente. Por sorte sua webcam tem uma definição boa, me permitindo visualizar alguns detalhes sórdidos. Pedi a ela que começasse a se masturbar, só então compreendi o tesão daquela mulher, sua boceta estava melecada, um líquido viscoso e incolor escorria, seus dedos estavam lambuzados com seus sucos vaginais. Mandei ela lamber os dedos, ela obedeceu de imediato e pareceu gostar muito do seu próprio sabor. Quando tirei meu pau para fora, ela começou a acariciar sua vulva e seu grelinho e em poucos segundos explodiu em um gozo, sua face se contorcia de prazer, Liliane gozava como uma desesperada. Após o orgasmo, a xinguei:

QUEM MANDOU VOCÊ GOZAR?

Ela tentou se explicar, que não aguentou de tesão quando viu meu pau pela webcam, duro, sacudo e depilado,e que a visão foi demais para uma esposa carente, que o orgasmo veio de forma incontrolável se mesclando com suas fantasias.

Sem mais explicações sua vagabunda! Por hoje chega, como seu Mestre e Senhor, eu a proíbo de atingir orgasmos até segunda ordem.

Depois de mais um pouco de brincadeiras e conversas fomos dormir. Estas brincadeiras se tornaram cada vez mais freqüentes, e Liliane era uma boa escrava, fazia tudo que eu pedia, obedecia incondicionalmente, aquilo a fazia feliz, eu podia sentir isso em seus olhares. Certo dia pedi que ela enfiasse uma cenoura na boceta enquanto dedilhava seu grelo saliente. Após atingir o orgasmo mandei que chupasse a cenoura, como se fosse um pau. Neste momento ela confessou, meio embaraçada que nunca havia chupado um pau! Uma mulher de 26 anos que nunca chupou! Que surpresa deliciosa! Mandei então que chupasse a cenoura imaginando ser uma pica, com o sabor do seu gozo. Ela adorou, sua carinha de puta a denunciava enquanto sorridente sugava a cenoura, ainda lambuzada. Nossas brincadeiras estavam ficando cada vez mais perversas. Mas ainda não tínhamos cogitado um encontro real, para valer, apenas fantasiávamos e tal. Mas o dia chegou.

Eu perguntei a ela, em uma de nossas conversas rotineiras, se ela queria ser dominada, usada e abusada por mim de verdade, para valer mesmo. Sem cerimônias ela disse que sim, que bastava uma oportunidade e ela seria minha, que não aguentava mais, precisava de punição e de um pau de verdade.

Quem diria, a esposa evangélica falando assim! Meu sangue ferveu, sabia muito bem o que viria pela frente! O corno viajava muito e seria fácil combinar algo, o único empecilho eram os dois filhos, mas ela disse que sempre que precisava, a sua cunhada que mora próximo ficava com as crianças. A zica maior seria o tempo, Liliane disse que não poderia se ausentar por muito tempo, para não gerar desconfianças em sua casa, pois a tal cunhada era fofoqueira e xereta. Marcamos de encontrar, na minha cidade, já que ela tinha medo que eu fosse para Itajaí e algum conhecido nos visse juntos. Ela viria com sua motinho, uma biz, e combinei que me apanhasse próximo a um conhecido shopping center aqui da cidade.

No dia anterior ao encontro, mandei que ela comprasse uma minúscula calcinha fio dental e um sutiã transparente. Ela disse ter vergonha de comprar tais peças mas que para seu Mestre ela faria qualquer coisa. Também mandei que trouxesse consigo algum dinheiro, quando me questionou o porque, mandei que calasse a boca e obedecesse No dia do encontro, antes de ela sair de casa falamos rapidamente no MSN e ela parecia estar com medo, mas eufórica.

Como era um dia frio, ela apareceu vestindo uma saia destas de crente mesmo, jeans e comprida, uma blusa de lã e uma jaqueta. Liliane parou a moto no local combinado. Coloquei rapidamente o capacete que ela tirou de baixo do assento e subi na garupa. Sussurrei em seu ouvido:

Cale a boca e não diga nada, somente pilote até onde eu mandar. A guiei até um motelzinho bem vagabundo, destes de 20 reais por hora. Quando paramos na entrada do motel ela ficou totalmente desesperada e envergonhada, senti que a moça não teria coragem, então assumi o comando da moto e adentramos o motel, ela abraçada em mim com a viseira do capacete abaixada, com muita vergonha, sem olhar para os lados. Ao entramos no quarto, ordenei que ela sentasse na cama e ficasse calada, imóvel. Ela estava muito trêmula, uma mistura de medo e excitação por estar ali, pronta para ser dominada por seu Mestre. Liliane estava prestes a trair seu corno pela primeira vez , e também prestes a deixar de lado todo o moral religiosa que sempre acompanhou sua vida e que a impedia de se libertar sexualmente. Mandei que ela retirasse toda a roupa, que ficasse somente de calcinha e sutiã. Meio sem jeito, mas rápido, ela obedeceu. Disse estar com um pouco de frio, seus pelos estavam arrepiados. Não pensei duas vezes antes de a maltratar:

– “CADELA, CALA BOCA, QUEM MANDOU ABRIR ESTA BOCA SUJA? POR ACASO AUTORIZEI VOCÊ A FALAR? ESTA FRIO? GRANDE MERDA! SUA VADIA!” Ordenei que ficasse de quatro na cama, com o rabo virado para mim e com o rosto enfiado no travesseiro. Em seguida, retirei meu cinto de couro e comecei a bater em suas nádegas, com um pouco de força. O barulho das cintadas era alto, e misturava-se a gritinhos de dor e prazer, a crentinha estava gostando de apanhar na bunda! Comecei a passar a mão em sua boceta, por cima da calcinha e senti o lambuzo que ela se encontrava. O fio dental era minúsculo, mal tapava os lábios carnudos de sua xoxota, e o seu liquido começou a lambuzar toda a calcinha. Liliane tentou levantar a cabeça e dizer algo, mas o que ganhou foi um puxão nos cabelos e um CALA BOCA ORDINÁRIA, FICA QUIETINHA AI ENQUANTO SEU MESTRE CUIDA DESTA BOCETA! SE FIZER MAIS ALGUMA COISA ERRADA IREI TE PUNIR SEVERAMENTE E FICARÁ SEM GOZO ALGUM HOJE!

Aquilo pareceu incendiar a mulher, ela começou a gemer e grunir baixinho, enquanto balançava de leve o quadril, como que implorando para ser possuída. Era evidente o tesão que ela sentia, aquela fêmea necessitava muito ser dominada e fodida por seu Mestre de Esposas. Afastei a calcinha para o lado e pude contemplar sua boceta carnuda e rosada, não era mais uma imagem na tela do computador e sim, um pedaço lambuzado, quente e inchado de carne, ao alcance das minhas mãos. Cheguei bem pertinho e pude sentir seu odor delicioso, a mulher cheirava a sexo. Eu sabia, que se a masturbasse, rapidamente ela teria um orgasmo, a situação estava crítica, sua lubrificação era extrema, a boceta brilhava com a luz da lâmpada, era um lambuzo só! Mas ainda não era hora de gozar, ela merecia ser punida primeiro! Abri minha mochila e peguei um consolo que comprei especialmente para a ocasião. Uma prótese perfeita, de gel macio, com o formato, cor e textura de um pau de verdade. Medindo 24 x 4,5 cm é um tremendo consolo, com escroto e ventosa. Fixei o consolo na guarda da cama usando a ventosa. Ele ficou ali pendurado próximo ao rosto de Liliane. Eu sabia que ela nunca havia chupado um pau, pois ela mesmo havia contado. Então ordenei que chupasse aquele pau, que não o tirasse da boca por nada, enquanto isso eu faria com seu corpo o que bem entendesse. Ela adorou a ideia e foi de leve abocanhando e engolindo o consolo, como a cabeça dele é enorme ela teve certa dificuldade mas logo boa parte dele se acomodou em sua boquinha virgem e ela começou a chupá-lo, com muita vontade e fazendo barulhos deliciosos misturados a seus gemidinhos. Com meu cinto amarrei suas pernas bem firmemente, e coloquei dois travesseiros embaixo de sua barriga, deixando o parque de diversões totalmente exposto para seu Mestre, com o rabinho arrebitado, enquanto a escrava sugava o consolo, sem ousar tirá-lo da boca. Neste momento comecei a bater na boceta com uma régua que trouxe em minha mochila. Lágrimas correram em seus olhos, mas ela estava alucinada pois rebolava mais e mais a cada pancada que eu dava. Pláft ! Pláft ! Pláft ! A régua fazia um som forte ao se chocar com as carnes de sua boceta, que estava inundada de tesão. Eu batia com precisão e força, enquanto a xingava :

– “TÁ GOSTANDO DE APANHAR NA XOXOTA SUA PUTINHA? ERA ISSO QUE QUERIA? AQUELE CORNO DO SEU MARIDO PREFERE REZAR DO QUE CUIDAR DESTA XOXOTA ARROMBADA? SUA PUTA”!

Com os olhos ainda molhados de lágrimas ela consentia com a cabeça, mas não ousava tirar o consolo da boca. Comecei a enfiar um, depois dois, depois três dedos em sua boceta, os dedos entravam com extrema facilidade, era muito lambuzo para uma xota só! Então resolvi enfiar a mão, bem devagar A crente estava em êxtase, seu tesão era tanto que nem se deu conta que eu estava com mais da metade de minha mão atolada em suas entranhas. Comecei a mexer lá dentro, ela se contorcia e gemia muito, estava dilatada, literalmente arregaçada por seu Mestre. Tirei a mão toda lambuzada de dentro dela. Sua boceta estava totalmente escancarada e pulsante de tesão. Eu sabia que se continuasse ela gozaria, mas ainda não era o momento de orgasmos, minha escrava não merecia tal prazeres antes de ser devidamente punida! Mandei que ela parasse de mamar o consolo e dei minha mão para lamber:

– “BEBA DO SEU CALDO SUA PUTINHA! LAMBE OS DEDOS DE SEU MESTRE! SENTE O GOSTO DA SUA BOCETA PROMÍSCUA DE MULHER CASADA E INFIEL!” Puxei seus cabelos com força e meti a mão em sua boca e ela começou a lamber meus dedos um a um, sentindo seu próprio gosto. Ela lambia com voracidade, aquela brincadeira estava a deixando maluca . A crentinha safada saboreava seus sucos vaginais com muita fome, seu rostinho a denunciava, estava sentindo enorme prazer em tudo aquilo! Ainda com as pernas amarradas fiz com que sentasse em uma cadeira. Parei ao seu lado e mandei que abrisse meu zíper. Ela tentou abrir a calça, por esta ousadia , bati em sua mão com a régua, com muita força. Apesar da dor ela sorriu e pediu desculpas:

– “Me perdoe meu Mestre, eu estou muito ansiosa para tocar seu membro viril.”

– “NÃO VENHA COM GRACINHAS, SUA ESCRAVA IMUNDA! EU MANDEI VOCÊ ABRIR O ZÍPER, SOMENTE O ZÍPER, POR ACASO PEDI QUE ABRISSE A CALÇA ? NÃO NÉ? ENTÃO OBEDEÇA SEU MESTRE, SEM PERGUNTAS!”

Ela abriu o zíper, com muito cuidado, então mandei enfiar a mão e tirar meu pau para fora pela abertura. Senti sua mão pequena percorrendo o volume do meu pau, por cima da cueca, em seguida ela puxou a cueca um pouco e tirou meu pau semi-ereto para fora. Suas mãos macias fizeram com que ele endurecesse rapidamente. Seu olhar era de admiração, ela parecia não acreditar que tinha o pau de outro homem em suas frágeis mãos. Mandei ela punheta-lo e lamber a cabeça. A crente estava realizada, punhetava e lambia o pau como eu havia mandado. Eu a xingava, a humilhava, de todas as formas possíveis, com os mais escabrosos palavrões. Mandava ela pensar no corno, no que ela estava fazendo com ele. Isso só fazia seu tesão aumentar, Liliane estava possuída de desejos, sua respiração era ofegante.

– “ESPOSA SAFADA, CHEGOU A HORA DE CHUPAR SEU PRIMEIRO PAU DE VERDADE! PONHA ESSA PICA NA BOCA E CHUPE, SÓ PARE QUANDO EU MANDAR! SAFADA, VAGABUNDA!”

Liliane me olhou com uma carinha de sapeca e introduziu a cabeça do meu pau em sua boca quente e macia como veludo, seus lábios percorriam toda a extensão da cabeça e ela sugava com muito carinho e dedicação. Ela mamava de uma maneira que eu nunca havia sentido, sua inexperiência fez daquela a chupeta mais deliciosa da minha vida, parecia ter medo de machucar, e a suavidade de seu toque , as lambidas de sua língua eram maravilhosas. Deixei que ela me chupasse por vários minutos. Mamava como uma bezerrinha faminta por leite. Em seguida coloquei Liliane de quatro na beirada da cama e com o cinto novamente dei uma surra em sua bunda enquanto esbravejava:

– “É ISSO QUE VOCÊ QUER NÉ CRENTE SAFADA! QUER SER FODIDA DE UMA VEZ? QUER TRAIR AQUELE CORNO NÃO QUER? VAMOS, IMPLORE! QUERO VOCÊ IMPLORANDO!

Ela consentiu que sim, e quase chorando implorou: “por favor meu Mestre, me coma, me faça gozar, me faça sua mulher, judie de mim, já não aquento mais! Preciso muito ser dominada por meu Mestre, faça de mim seu objeto, use e abuse desta serva!”

Senti que a hora de foder aquela boceta evangélica chegara, e não tínhamos muito tempo pela frente, pois ela precisava retornar para casa, senão teria problemas. Liliane mentira que seria uma saidinha rápida para a cunhada e eu sabia da complicada vida em sua casa, não queria causar-lhe transtornos, sou um Mestre, e não um irresponsável. Com pouco tempo restante, mandei que ela colocasse a camisinha com a boca. Bem que ela tentou , mas não conseguia. Eu puxava seus cabelos e apertava os mamilos sem dó nem piedade:

“QUE TIPO DE PROSTITUTA VOCÊ É? NÃO SABE NEM POR UMA CAMISINHA COM A BOCA! SÓ VAI GANHAR PAU SE CONSEGUIR!”

Então, após algumas tentativas, e com um pouco de ajuda minha, é claro, ela conseguiu finalmente encaixar com os lábios a camisinha até a metade do pau, o resto mandei que puxasse para baixo com as mãos, queria foder logo aquela boceta ardente de desejo. Mandei que ficasse de quatro. Com violência, e de uma vez só, enterrei meu pau em sua xoxota. Entrou com muita facilidade devido a sua lubrificação intensa. Liliane começou a gemer e rebolar enquanto eu metia com muita força e a xingava muito. Ordenei que chupasse o consolo enquanto a fodia. A mulher estava enlouquecida, mordia o consolo, gemia, berrava, dizia coisas sem nexo. Eu batia em sua bunda com força, apertava os seus mamilos e metia com muita força em sua boceta. Não demorou muito senti que ela ia gozar. Pensei em cortar o orgasmo dela e a maltratar mais um pouco, mas devido ao tempo escasso deixei ela em paz. A vagina se contraiu em uma explosão de gozo e prazer, Liliane urrava de prazer e se contorcia, sua face se desfigurava em um misto de prazer e dor, algo que eu jamais havia presenciado. O orgasmo foi longo e intenso. Podia sentir em meu pau os espasmos de sua boceta gozando e contraindo, apertando e mastigando a minha pica. Ela caiu para o lado na cama gemendo baixinho e me agradecendo por ter dado a ela o seu primeiro orgasmo de verdade, pois até então o que sentia gozando sozinha era uma pequena fração daquilo tudo que sentiu. Se tivéssemos mais tempo faria ela gozar inúmeras vezes mais, mas como era o primeiro encontro e o tempo escasso, resolvi encerrar a brincadeira, arranquei a camisinha e mandei ela chupar para eu gozar.

– “CHUPA PUTINHA, CHUPA QUE AGORA SEU MESTRE VAI GOZAR! QUER LEITINHO QUER? ESTÁ PRONTA PARA UM BANHO DE PORRA DE SEU MESTRE?”

Sem falar nada ela abocanhou e começou a chupar, como eu estava muito excitado não demorou e a gozada veio, forte como nunca. Peguei meu pau e direcionei os jatos de sêmen para seu rosto, ela fechou os olhos mas não fez cara de nojo, pelo contrário, sorriu ao sentir o leite escorrendo por sua face e com a língua lambia o leite que passava em seus lábios. Gozei fartamente, lambuzando todo seu rosto. Alguns jatos atingiram seus cabelos, a visão era fantástica, aquela mulher a meus pés, banhada com meu esperma e sorrindo para mim, dando beijinhos na cabeça do meu pau. A única coisa que ela disse antes de irmos para o banheiro nos lavar: “OBRIGADA, MEU MESTRE”. Tomamos um banho rápido no motel, ela não queria molhar os cabelos para não desconfiarem de nada, então com uma toalha umedecida limpamos a porra do cabelo e rapidamente colocamos nossas roupas . Mas ainda faltava humilhar minha escrava mais um pouco, para que ela soubesse de seu lugar. Perguntei : “trouxe dinheiro como lhe pedi?” Ela disse que sim. Ok, então VOCÊ paga a conta, puta safada!

Saímos do motel e poucos metros adiante pedi para descer. Entreguei-lhe o capacete e nos despedimos. Esta é a primeira de muitas aventuras que eu e Liliane tivemos.”

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