Coveiro comeu o cu do padre

– Acabo de ter uma ideia muito melhor, macho. Esqueça essa coisa de roubar. Ao invés de roubá-la, tudo que você precisa fazer, para comer meu cuzinho de novo é só me prometer que secretamente e o mais rápido possível, vai pegar o celular da vagabunda, trazê-lo pra mim e me dar um pequeno tempo com ele. Prometo que assim que eu enviar a gravação da conversa dos bandidos pro meu celular e apagá-la do celular dela, eu o devolverei imediatamente para você dar um jeito de devolvê-lo dela da mesma forma, em segredo. E então? Você me dá sua palavra de honra que vai fazer isso em troca do meu cuzão cabeludo, macho? Sabe muito bem o que farei, se você se aproveitar do meu cuzinho e não cumprir sua palavra, não sabe, Raimundão Finado?

– Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu só see-seee-seeei-seeeiiii-sei que-queee-queeeeee-que iiiii-iiiii-iiiiiiieeeu-iiiiiiiêu-iêu jáá-jáááá-jáááá tôô-tôôôô-tôôôôô-tôô maa-maaaiiiisss-maaiiiiiiss-mais ééé-éééé-éééééé-é caan-caaaan-caaansaaa-caaansaaadoooo -caansado dee-deee-deee ficá iiisss-iiiiiissss-iiiiiiisss-iiiiissspeeeeraaano-isperano aaaa-aaaa-aaa-a saan-saaan-saaa-saaan-saaantiiinha-saaantinha dá aaaa-aaaa-aaa buu-buuuu-buuuceee-buuuceeetaaa-buceta dee-deeee-deeeelaaa-dela pra-prrraaa-prrraaaa-praaa Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu fuuu-fuuuu-fuuuu-fuuuuudêêê-fudê eee-eeee-eeee-eee tamém daaasss-daaassss daaaassss-das maarrr-maaaarrr-maaaaarvaaa-maaaarvaaadeza-marvadeza dela. Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu taam-taaam-taaamém-tamém see-seee-seeei-seeeiiii-sei que-queee-queeeeee-que cooooi-coooiii-coooisaaa coisa bendizida oooo-oooo-oooo-o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô nuu-nuuuu-nuuum-nuuuuum-num vaaai-vaaaaiiii-vaaaai-vai fazê cuu-cuuuu-cuuuuum eeeessa-eeeeesssaaaa-eeeessa essa taarr-taaaarrr-tar deee-deee-deeee-de gravação, maa-maaaa-maaaaiiis-mais peee-peeee-peeeelooo-pelo meee-meeee-meeenooosss-menos oooo-oooo-oooo-o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô via dá-dááá-dáááa oooo-oooo-oooo-o buuu-buuuuuu-buuuuuuuu-buuuuuutãããõoo do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô préu cuuu-cuuuu-cuuuumêêê-cuuumê. Maa-maaaam-maaaaanhãã-maanhã mesmo iiiii-iiiii-iiiiiiieeeu-iiiiiiiêu-iêu traaa-traaa-traaaaçççooo- traço oooo-oooo-oooo-o cee-ceeee-ceeeluuuulaaar-ceeelular daa-daaaa-daaaa-da saan-saaan-saaa-saaan-saaantiiinha-saaantinha pro siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô.

– Excelente, Boliche! Dessa forma a única coisa que me resta é liberar meu cu todinho pra tu, macho. Como é que você quer comer seu viadinho, hoje?

– Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu vô quee-queee-queee-queeeeee-queeerê cuuu-cuuuu-cuuuu-cuuumê ooo-oooo-ooo-o cuuuu-cu-cuuuu-cuuuzim dooo-dooo-doooo-do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô de gaaa-gaaaa-gaaaaleeeetooo-gaaaleto aaa-aaasss-aaassssaaaaa-aaaassssaaaado-assado. Ooo-oooo-oooo-oooo-o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô goossss-goooosss-goooossssta dee-deeee-deeeee-de dá-dááá-dáááa oooo-oooo-oooo-o buuu-buuuuuu-buuuuuuuu-buuuuuutãããõoo do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô dessa maaa-maaaa-maaaaaneeee-maaaneeeeraaaa-manera, Padi?

– Nunca faço sacrifício pra dar meu orifício, Raimundão. E antes que você pire e fique todo confuso com o que acabou de ouvir, vou falar a mesma coisa de uma forma que sem dúvida nenhuma você vai entender muito bem: Com um macho assim, que nem tu, gosto de tomar na bunda de qualquer jeito e qualquer hora e mesmo se seu caralho tivesse o dobro do tamanho dele “Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu” ia sentar, rodar e rebolar nele com um sorrisso arreganhado de orelha a orelha. Entendeu, macho?

– Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu nuu-nuuuu-nuuum-nuuuuum-num intindi tuuu-tuuuu-tuuuudooo-tudo que-queee-queeeee-que o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô faaa-faaaa-faaaalôôô-falô nããoo-nãããoo-nããããooo-nãããooo-não, maa-maaaa-maaaaiiis-mais agora Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu sôô-sôôôô-sô vô quee-queee-queee-queeeeee-queeerê mesmo ééé-éééé-éééééé-é cuuu-cuuuu-cuuuu-cuuumê ooo-oooo-ooo-o cuuuu-cu-cuuuu-cuuuzim le-le-le-leeeiiii- leeeiiiitada siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô. Ree-reeee-reeeegaaaa-reeeeegaaaanhaaaa-reganha eee-eee-eeeeleeee-ele préu mee-meeee-meee-meeetê-metê aaa-aaaa-aaaaa-a pingola nee-nee-neeeeleee-nele.
– Você quer que eu arreganhe meu cu pra você, desse jeito macho? É assim que meu homem quer, me comer hoje?

– Nooo-noooo-nonooossaa Siiii-siiiiii-Siiiiiiinhooooraaaa-Sinhora dos gaa-gaaa-gaaaaguiiim-gaguim, Paaa-Paaaa-Paaaaa-Paaaadi Bento! Ooo-oooo-oooo-oooo-o buuu-buuuuuu-buuuuuuuu-buuuuuutãããõoo do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô táá-táááá´-táá viiir-viiiiiir-viiiiir-viiirmiiiimmm-virmiiim e meee-meeeee-meeeeleeee-meeeeeleeeecadiiiim, meleeeecaaadim! Ooo-oooo-oooo-oooo-o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô já deu-deeeeeuuu-deeeuuu-deu ooo-oooo-ooo-o cuuuu-cu-cuuuu-cuuuzim dooo-dooo-doooo-do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô hooo-hooooo-hoooojeeee-hoooje. Padi?

– Infelizmente não. Hoje só comi o cu do delgado e mesmo assim rapidíssimo. Meu toba está vermelho assim, porque ontem antes de dormir eu dei a maior surra de consolo nele. Ao mesmo tempo que eu assistia a cena de um filme pornô que um negão maravilhoso, socava seu caralho furiosamente no cu cabeludo de um viado machão pra caralho, eu me auto fodia com os 24,5 cms do meu consolo na mesma velocidade. E melecado assim, como você disse, ele fica o dia inteiro. A primeira coisa que faço quando acordo é entupir o bicho de gel lubrificante. Além de eu nunca saber pra quem eu vou dar a bunda, todo dia é dia e toda hora é hora de tomar no cu, não é mesmo macho?

– Ooo-oooo-oooo-oooo-o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô goos-goooossss-gossstaaa-gosta dee-deee-deeee-de dá ooo-oooo-oooo-oooo-o o buuu-buuuuuu-buuuuuuuu-buuuuuutãããõoo do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô pra-praaaa-praaaa-praaa piiin-piiiin-piiiiingooolooonaaa-pingolona graan-graaaan-graaaandoooonaaa-grandona assim, Paaa-Paaaa-Paaaaa-Paaaadi? Piiiis-piiiiscaaaa-piiiisca-pisca o aaa-aaaaa-aaaaaaneeeel-aneeelziiiim-anelzim do siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô pra-praaaa-praaaa-praaa Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu dáá-dááááá-dááááááá-dá aa-aaaa-aaaa-aaaa-a primera le-le-le-leeeiiii- leeeiiiitada-leitada le-le-le-leeeiiii- leeeiiiitada diiid-dddiaaa-diiiiiaaaa-dia nele, viii-viiii-viiiiiiaaa-viiiiiaaaa-viiiiiaaadim-viadim.

– Tem certeza que não quer esperar para gozar dentro de mim, macho?
– Láá-láááá-láááá-lá vem ooo-oooo-oooo-oooo-o siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô cuuum-cuuuum-cuuuum-cum aaa-aaaaa-aaaaa-a meees-meeeees-meeeeees-meeesmaaaa-mesma faaa-faaaa-faaaalaaaaçaãão doo-doooo-doooo-do isto dii-diiii-diiiiiaaaa-dia, né Paaa-Paaaa-Paaaaa-Paaaadi? Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu já nuu-nuuuu-nuuum-nuuuuum-num faa-faaa-faaaleeeiii-faaalei pruuu-pruuuuu-pruuuuuu-pru siiiiii-siiiiiii-siiiiiiiiiii-siiiiiiinhô-siiinhô que-queeee-queeee-que Iiiii-iiiii-iiieee-iiiiiiiêu-iêu dõõ-dôôôô-dôôô-dô le-le-le-leeeiiii-leeeiiiite noos-noooossss-nooooosssss baaa-baaaa-baaaaagooo-bago adoidado, Paaa-Paaaa-Paaaaa-Paaaadi?

– Aquele dia lá no cemitério, de fato você leitou meu cu até demais e se você está me garantindo que hoje também, sua tetona grossa está tão lotada de leite grosso, quanto ela estava aquele dia, manda ver, meu touro reprodutor.

Realmente o coveiro gago não exagerou em nada. Ele só parou de esporrar as ENXURRADAS de porra que a cada esporrava JORRAVA sem parar de sua rola, porque depois de seis leitadas, o cu do padre arregou pro cacete dele.

Raimundão foi pra casa danado da vida, porque segundo ele, seu estoque de creme ainda estava longe de terminar.

No dia seguinte…

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