Deixando o nosso Dog meter

Quando criei esse perfil a ideia era contar as fantasias do Beto, acabei misturando as fantasias dele com histórias reais que vivemos.

Um amigo questionou se algumas dessas fantasias tinha acontecido, e percebi que preciso classificar melhor meus contos.

Então, tudo que publicar com classificação FANTASIA, foi imaginação do Beto ou minha, o resto aconteceu de verdade e vou tentar classificar melhor.

A maioria das fantasias teve um “gatilho”, um fato real que motivou, vou tentar deixar claro onde começa a fantasia.

Vamos a história.

Essa semana depois de lermos um conto sobre zoofilia, Beto me fez mais uma revelação, nem fiquei tão surpresa, porque ao longo das nossas vidas ele fez algumas sugestões a respeito.

Depois do troca-troca na sétima série com o Wagner, amigo da escola, Beto ficou muito tempo confuso e em dúvida se era gay.

Mas como não sentia atração por garotos e cada vez que via um peitinho ou uma calcinha ficava de pau duro, desencanou e parou de pensar a respeito.

Ainda na adolescência, voltando da praia, usou o chuveirinho para tirar areia da bunda, gostou da sensação, e de vez em quando, durante o banho, brincava com o chuveirinho e enfiava o dedo no cuzinho sem neuras.

As cenas do Luiz dando para o Fernando e chupando o capitão, depois Luiz comendo a Carla e sendo comido pelo Fernando ao mesmo tempo naquele passeio de barco, marcaram muito o Beto.

Estávamos de casamento marcado, terminando a construção da nossa casa, logo que começamos a construir ganhamos um pastor alemão para tomar conta da casa, ele já estava com quase dois anos, era grande companheiro do Beto.

Um fim de semana que os pais dele tinham viajado, fomos a praia com o Dog, na volta, saí com minha mãe, e Beto foi para casa dele dar banho no Dog.

Foram direto para a garagem, onde tinha uma mangueira.

O portão fechado, não deixava ver lá dentro nem pelo lado de fora nem das casas ao lado.

Beto ficou só de sunga por que apesar do Dog gostar de banho, sempre se sacudia e molhava tudo.

Enxaguou bem o pelo para tirar a areia e água salgada, passou shampoo e esfregou bem fazendo espuma, lavou o pescoço, peito, dorso, as pernas e quando esfregou por baixo, percebeu que o Dog ficou excitado.

Enxaguou para tirar o shampoo e novamente ao esfregar lá embaixo sentiu o pau do Dog mais duro ainda.

Desligou a água, deixou o Dog se sacudir bem, e começou a secar com uma toalha, ficou ajoelhado esfregando a toalha e fazendo farra com o Dog que pulava em volta satisfeito.
Conforme segurava para poder enxugar, o Dog puxava o braço dele com a pata dianteira, Beto continuou de joelhos esfregando, agora secando as patas e coxas traseiras, passou a mão por baixo, sentiu novamente o pau duro começando a botar a pontinha vermelha de fora.

Beto riu da situação e começou a manipular como se batendo punheta para o Dog, que puxava Beto com a pata e pulava nas suas costas.

Beto se perguntou se na verdade o Dog queria montar nele.
Movido pela curiosidade, ficou de quatro quieto, não deu outra, o Dog montou nele puxando com as patas dianteira e dando estocadas rápidas, sentiu uma coisa dura e pontuda cutucando sua bunda, tentou sair, mas o Dog puxou firme arranhando e rosnando.

Beto conseguiu se levantar, mas o Dog agarrou sua perna que fez Beto tropeçar e cair.
Beto viu o pau fino, duro e vermelho fora da capa, imediatamente o Dog montou de novo, rosnando e arranhando.

Inconscientemente começando a ceder, Beto puxou a toalha para onde as patas arranhavam, e ficou alí sentindo o peso nas costas e as cutucadas na bunda.
Uma dessas foi certeira, e teria invadido seu cusinho se não estivesse de sunga.

Beto percebeu que também estava excitado e consumido pela curiosidade de como seria sentir aquilo.

Quando o Dog fez uma pausa, deu um jeito de tirar a sunga.

O Dog logo voltou à carga, agora Beto, nú, de quatro, exposto para o Dog montado nas suas costas, sentia o coração aos pulos com a expectativa.
Procurou relaxar o máximo possível, sentia as cutucadas nas coxas, na bunda, resvalando pelo rego.
De repente o Dog acertou o alvo e entrou de uma vez, Beto reprimiu um urro sentindo como se um ferro em brasa o tivesse invadido queimando suas entranhas.

O Dog metia em sequências de umas dez estocadas muito rápidas, se ajeitava iniciava nova sequência.

Agora já mais lubrificado não ardia tanto e Beto sentia até um certo prazer.

A cada estocada Beto sentia um caroço na base do pau do Dog, entrar e sair forçando seu anelzinho, aquela coisa ficando cada vez maior, provocava pontadas e já não saía com facilidade.

Beto chegou para frente e evitou que entrasse de novo, o caroço agora era uma bola enorme que que o Dog socavs na sua bunda, forçava seu anelzinho, mas não entrava.

Nesse momento sentiu os jatos quentes do esperma do Dog despejando lá dentro. Beto numa rápida punheta gosou também.

O Dog saiu de dentro dele e sentou ali perto se lambendo, Beto caiu de lado ofegante sentindo o cuzinho pulsando e ardendo.

Olhando assustado para o pau do Dog viu que o caroço era maior que seu punho fechado.

Beto sentiu algo escorrendo pela coxa, passou a mão e viu o líquido leitoso misturado com sangue, tentou levantar, mas as pernas bambas não respondiam.

Ficou ali deitado uns 10 minutos vendo o Dog se lamber e só então aquela bola diminuiu.

Percebeu que se tivesse deixado aquilo inchar dentro dele teria ficado engatado no Dog esse tempo todo.

Beto nunca mais repetiu a experiência, mas sempre que eu dava banho no Dog ele tentava montar em mim, o Beto ficava rindo, falando para eu deixar o Dog se divertir, e que eu ia gostar também.
Tive a certeza que ele queria mesmo que o Dog me comesse.

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