O melhor trabalho da minha vida

Quando cheguei a casa na sexta feira a noite lá pelas 23:00 hs, meu marido Fábio já estava me esperando, eu o beijei e comecei a chorar, ele perguntou o que tinha acontecido e eu disse que era saudades, pois nunca tínhamos ficado tanto tempo assim separados. Ele ficou me perguntando como foi o serviço eu disse que era bom, o patrão atencioso e muito mais que ela esperava e que tinha gostado, mas que não queria falar disso, pois a lembranças começaram a vir em minha mente e comecei a ficar molhada, e eu já sabia que era PUTA e que queria caralhos me fudendo, me pegando, pensei em dar pro meu marido, mas lembrei-me das ordens de Sr. Daniel, meu DONO, de ficar sem trepar.

Fui tomar um banho e debaixo da agua quente as lembranças voltaram mais forte ainda, minhas mãos foram descendo pelo meu corpo até chegar em minha buceta e, comecei de forma agitada a me masturbar, enfiei um, dois, três dedos que entraram com tanta facilidade na minha buceta que em poucos movimentos eu gozei deliciosamente. Como minha mão estava toda melada e gozada eu a levei até minha boca e suguei todo meu mel dos meus dedos, nessa hora percebi que estava viciada em receber porra na minha boca e que queria mais de quem quer que fosse, naquele instante aceitaria de qualquer um esporrando em minha boca, pois o importante era ter esse mel delicioso em meus lábios. Até pensei em fazer o Fábio gozar na minha garganta, mas ele estava a dias sem fuder, então eu sei que ele quereria me comer, deixei para lá essa ideia, embora eu quisesse porra na boca para degustar, era melhor esperar segunda-feira e quem sabe meu amado MESTRE me presenteia mais uma vez com o seu mel delicioso, nunca provei do meu marido, mas acho que nem se aproxima do sabor do leite do DONO, do Fábio deve ser ácido ou sem gosto, não faço questão de ter a porra dele em minha boca, acho que nunca mais vou querer dele claro, mas do meu MESTRE se possível todos os dias.

Após terminar o banho fui me deitar, o Fábio chegou depois e queria fazer amor, de imediato eu disse que estava com dor de cabeça e muito cansada obedecendo a ordem do meu amado senhor Daniel, no dia seguinte, no sábado foi difícil ficar dando desculpas para o Fábio que queria porque queria trepar, mas também não rolou nada e finalmente no domingo eu fiz amor com meu marido e percebi que com ele eu sentia quase nada de prazer como eu sinto quando estou sendo submissa, sendo PUTA tenho muito mais alegria para fuder e, agora meu maridinho estava virando ou melhor já era meu corninho, eu o amava, mas na cama eu queria muito mais do que ele poderia fazer para mim…
Na segunda de manha cheguei cedo ao serviço, fui até meus aposentos, tomei um banho, coloquei minha roupa, que consistia de uma blusa e saia social que fica um pouco acima dos meus joelhos, pensei até em não usar calcinha, porque assim facilitava meu querido patrão me usar, mas Ele não falou nada se podia ou não ficar sem lingerie, então para compensar o meu tesão usei a menor que eu tinha, bem enfiada no meu rego e eu ainda puxei mais para entrar mesmo na bunda e poder ficar sentindo um arranhãozinho gostoso conforme eu me mexesse. Lá pelas 9:00 o senhor Daniel me liga e pede que eu vá até seu escritório, chegando lá Ele esta passando algumas informações a sua secretária pessoal, e quando eu apareço meu DONO interrompe o que fazia com a secretária e pede que eu vá bem perto dele e que fique ao seu lado. Aproximei-me e Ele bem sério, olhando bem meus olhos, perguntou-me: a VAGABUNDA fez tudo do jeito que eu te mandei, eu respondo: sim Senhor, e mesmo com sua secretaria presente Ele coloca sua mão entre as minhas pernas e vai subindo até chegar a minha calcinha, eu fico toda arrepiada tento disfarçar por causa da presença da mulher, mas ela percebe e fica olhando, e pela forma que encarava a nós e ficava passando a língua nos lábios, toda sensual, com certeza ela também deveria fazer parte do grupo de putaria com o nosso patrão. O Senhor Daniel tira minha calcinha e diz a partir de hoje você não usa mais calcinha entendeu VADIA, eu digo sim Senhor, ele se levanta vem por trás de mim, levanta minha saia social, puxa meu quadril um pouco para trás, ele tira as calças Dele e antes de me penetrar passa a mão na minha buceta que a essa altura está toda encharcada, coloca seu pau na entrada da minha buceta e me penetra lentamente e começa a me fuder na frente da secretaria, de repente toca meu celular é o Fábio. Ele pergunta quem é? Eu digo é o meu marido: então ele diz que posso atender e que vou ficar te fodendo, eu tremendo de medo atendo e mal consigo entender o que Fábio diz, só respondo suas perguntas dizendo sim meu querido, tive que me segurar para não berrar na hora que gozei, pois vim a ter o melhor orgasmo da minha vida até aquela dia, minhas pernas bambearam, tive que morder meus lábios, fique bem molinha e eu quase cai pelo tesão em que fiquei, meu marido até perguntou estava tudo bem comigo, respondi que sim, disse que tinha muito serviço e que o patrão estava perto e tinha que desligar, meu corninho como sempre aceita em tudo que falo e faço a ele e, desliguei, meu corninho acredita piamente em mim, não tem ideia de que sou uma BISCATE (embora ainda iniciante) e isso é bom demais e enquanto eu puder vou levando a situação, esposa virtuosa e puta rampeira do patrão e de quem mais Ele querer.
Nessa hora percebi que o que me deixava nessa excitação toda, era o fato de estar traindo o Fábio com certeza e isso ocorria principalmente pela incompetência dele na cama, eu não tinha mais nenhum prazer com meu maridinho, então nada mais justo que procurar quem vai me dar o que preciso. Fiquei com dó do meu esposo quando ao telefone, mas agora ele não era mais aquele que tinha meu coração como antes, era sim meu corninho, meu amado chifrudinho, mas meu DONO era o meu macho, esse sim tinha toda minha atenção e meu coração e o corpo todinho pertencia a Ele. Depois que eu me recompus, o Sr. Daniel me deu algumas tarefas para fazer e disse que a noite teria mais uso para mim, que eu descansasse bem e estivesse bem cheirosa quando Ele me chamasse.
Quando cheguei ao meu quarto à noite, depois de ter terminado o serviço, tomei um banho relaxante, deitei peladinha, nem me cobri, dormi aproximadamente uma hora e quando acordei tinha um pacote em cima do criado mudo, com certeza enquanto eu descansava alguém lá entrou e deixou para mim. Eu abri e era uma coleira escrita “CADELA” e um bilhete com a seguinte ordem do meu DONO e MESTRE: nua, coloque a coleira e venha de quatro como um cadela ao meu quarto, não pensei duas vezes e segui suas ORDENS, coloquei a coleira e fui engatinhando até chegar ao seu quarto que se localizava no andar de cima, eu bati na porta e Ele demorou a atender, meus joelhos doíam, mas o prazer de ser usada pelo MESTRE me dava forças para superar qualquer obstáculo.
Quando me viu disse: isso mesmo cadela pode entrar, Ele já estava todo nu, vou comentar a vocês como é lindo aquele exemplo de macho viril, Ele se sentou na cama e mandou que eu o chupasse, como doida avancei, estava ávida, com minha mão segurei seu pau e comecei a chupar e de repente tomei um tapa na cara (cadela tem é cara, nunca rosto) que me deixou tontinha, ele disse cadela não tem mão, então comecei a chupar só com minha boca, notei o quanto meu senhor Daniel delirava, seu pau estava duríssimo, quase explodindo, então ordenou que eu parasse e veio por trás de mim, eu fiquei em estado quase de êxtase, esperando que meu MESTRE me usasse, queria sentir aquele mastro de macho me penetrando, como é bom isso…
Um verdadeiro DONO ao usar sua CADELA/ESCRAVA faz com que Ele tenha satisfação, ela nada vale e eu sabia disso, compreendia e aceitava claro. Meu MESTRE cuspiu na entrada do meu cu e começou a forçar, doía demais até que em um momento ele tentou dar uma estocada que entrou quase até a metade do pau Dele, nessa hora eu vi estrelas, pois Ele deve ter arrebentado minhas pregas, mas com o passar do tempo a dor que eu sentia começou a se transformar em prazer, chegava a tremer de tão gostoso, eu não sabia que sexo anal poderia me dar tanto prazer, Ele continuou me usando, já tinha se passado meia hora e meu DONO não gozava e não parava o vai e vem, de vez em quando batia com força na minha bunda, que já estava todinha vermelha. Ele me colocou de quatro, me segurou pela cintura e socava forte, fazendo nossos corpos se estalarem todo. Foi aí que eu tive uma ideia pra excitá-lo ainda mais, e dizia: – Me come, me enraba meu DONO, tenha o PRAZER que precisa, sou sua e use-me co0mo quiser. Eu gemia enquanto falava.
Ele: Sua piranha, vadia, puta. – Me fodia tão forte que a cabeça da pica de meu DONO estava me abrindo todo por dentro, estava doendo, me sentia estuprada no cu. Começou a arder meu cu, pois ele não parava de socar.
Eu- Ai meu cuzinhooooo, continua, está delicioso MESTRE.
Ele- Toma no cu piranha filha da puta, vou entupir seu cu de porra!!! E cala a boca, está falando demais.
– Vou gozar com minha puta cavalgando, vamos vagabunda, faça sua parte!!
Ele se deitou no tapete, que ficava de frente pra um espelho. Eu sentei de frente pra ele enquanto ele via a pica sendo enterrada no meu rabo pelo espelho. Meu cu todo arregaçado, vermelho e escorrendo lubrificação, cena maravilhosa compartilhada entre nós. Eu me esforçava, sentava até o talo e apertava o cu, arrancando suspiros de meu MESTRE, deixava só a cabecinha dentro e sentava forte. Comecei a cavalgar rápido e forte, Ele me segurou, tremia de tesão e do gozo acumulado. Eu ouvia o som dos nossos corpos “slap slap slap slap” o som da minha bunda grande batendo e balançando no cacete do MESTRE, que estava mais grosso do que nunca, suas bolas estavam enormes, peludas e cheias, típicas de macho. Nessa posição meu cuzinho estimula muito e eu estava quase gozando. (Eu não sabia e nem tinha ideia de que poderia gozar só dando o cuzinho)… Meu maravilhoso DONO me beijou num beijo profundo e safado, enquanto me metia mais rápido até começar a gritar, eu comecei a gozar junto e meu cuzinho apertava a pica dele num ritmo frenético o que fez a porra sair em jatos fortes.
-Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh – estremeceu o corpo e eu senti os jatos de porra inundando meu rabo largo já das bombadas que levei. Muito leite vazou pelos lados e saia espirrado do meu cu, eu tive orgasmos múltiplos com ele me fudendo o cu, no final ele encheu eu tinha meu cu com sua porra quentinha, me jogou de lado de uma vez e disse: CADELA ali tem ração e água e um colchonete para você dormir, se virou e foi tomar banho e depois deitou, eu me reclinei e estiquei no colchonete sem coberta e nua e passei a noite ali com frio, mas muito satisfeita com aquele que hoje é meu DONO, a quem irei respeitar por todo o sempre e, ficar ali sofrendo que é pouco diante do muito que meu amado MESTRE me dá…

Add a Comment