Os meus desejos proibidos

Depois do culto meu tio fazia questão de cumprimentar todos os membros da igreja, por ser o pastor se sentia na responsabilidade de acolhe-los, portanto fomos os últimos a deixar a igreja.
– Gostou do culto Vinícius? – perguntou meu tio Cláudio enquanto estávamos no carro a caminho de casa – Vi que não interagiu muito com as pessoas!
– Não estou acostumado com isso de… igreja e religião… não é minha praia.
– Acho que devia dar uma chance, aprender mais sobre a palavra de Deus – completou tia Sônia.
– Não quero ofender mas… realmente não é minha praia, não consigo nem prestar atenção nesse tipo de coisa.
– Talvez você goste mais do grupo de jovens – disse meu primo Bruno que estava sentado do meu lado.
Bruno era um rapaz extremamente tímido e o que tinha de timidez tinha de beleza, era de poucos amigos, estava sempre usando essas roupinhas sociais que o deixavam parecendo mais velho do que realmente era.
Ele continuou dizendo baixinho, parecia com medo:
– A gente costuma fazer uns encontros, a abordagem é mais dinâmica…talvez você goste mais.
– Acho uma ótima idéia – disse tia Sônia – conhecer gente da sua idade vai ajudar a se enturmar.
– Não tenho o que fazer né, se me mandarem ir eu vou…
– Não queremos que faça nada obrigado Vinícius, queremos que tome gosto por isso e vá por sua livre vontade, mas realmente gostaríamos que você tentasse e vamos te dar um…empurranzinho nos dias que não quiser ir.
– Ou seja… vão me obrigar – falei.
– Entenda como quiser – disse tio Cláudio.
Jantamos à mesa como uma linda família feliz e depois se despersaram para seus quartos.
Depois de escovar meus dentes meu tio Cláudio me parou no corredor.
– Amanhã bem cedo iremos no colégio tentar sua transferência, explicar sua situação… Seu pai já passou seus documentos e seu antigo colégio já forneceu as informações necessárias.
– Tudo bem.
– Durma bem, vou te acordar bem cedo.
Meu tio saiu pelo corredor a caminho de seu quarto e foi inevitável não reparar seu corpo.
Ele era branco e tinha os cabelos meio grisalhos, andava sempre com um sorriso falso no rosto, usava um shortinho de dormir e uma camiseta larga mas que deixava amostra um pouco de seu peitoral com alguns pêlos.
Voltei para o quarto e Bruno estava de joelhos na beirada da cama, fazendo sua oração antes de dormir.
Me dentei em minha cama e quando ele finalmente terminou de orar, se deitou e disse:
– Boa noite, durma bem!
– Boa noite.
Ele ficou um tempo em silêncio e voltou a falar do nada.
– Olha, já deu pra perceber que não gosta de ir a igreja e que não gosta do nosso estilo de vida.
– Ah jura? – falei cínico deixando-o extremamente sem graça – desculpa, não quis ofender, é que… não posso me obrigar a acreditar em algo que me abomina, que diz que eu sou pior que os outros.
– Então você é…?…- Bruno estava sem graça, parecia nem conseguir falar.
– Gay!? – completei – sim, com toda certeza.
A luz de seu abajur ao lado da cama me possibilitou ver seu rosto ficar todo vermelho.
– Então é verdade, todo mundo da família sempre comentou…mas…sei lá… você nunca pareceu gay…
– Não parecer gay não significa que eu não seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra…mas e vc?
Ele quase se engasgou.
– Eu.. não.. não eu…gosto de…garotas, com certeza gosto de garotas.
– E tá namorando?
– Não, namorei uma vez por pouco tempo mas a garota queria logo fazer aquilo e… você sabe…eu prefiro esperar.
– Prefere ou é obrigado por que tem medo do inferno? – eu disse debochando.
– Um pouco dos dois – falou tímido.
Conversamos por um bom tempo e Bruno foi se mostrando cada vez menos tímido, parecia ser um garoto reprimido pelo pressão de ser o filho do pastor e eu me sentia na obrigação de ajudá-lo. Se ficaria alí poderia pelo menos usar meu tempo para ajudá-lo.
Ele me desejou boa noite novamente depois de muita conversa e os dois pegaram no sono.
Para minha surpresa, de madrugada fui acordado por um barulho mínimo, mas que estava me incomodando, a cama parecia estar rangendo bem baixinho então me virei devagar para observar. Ainda meio sonolento olhei na direção de Bruno e a luz da lua que entrava pela janela me ajudou a ver sua mão se movimentando rapidamente embaixo de seu cobertor. Sua respiração estava ofegante e conseguia ver seus olhos se revirando de prazer enquanto se masturbava, comecei a ficar excitado com a cena mas me contive.
Imaginava o que estava passando na cabeça do meu primo, quais desejos ele reprimia por conta de sua religião e da pressão familiar. Estava extremamente curioso pra conhece-lo mais, em todos os aspectos.
Ouvi um gemido um pouco mais alto e seu ritmo foi diminuindo, ele tinha gozado. Bruno se levantou rapidamente e saiu do quarto, fingi que estava dormindo para não ser pego espiando.
Logo ele voltou e dessa vez realmente fomos dormir.

No outro dia de manhã estava no colégio com meu tio Cláudio.
– Com certeza vamos conseguir uma vaga pra você rapaz – ele disse enquanto entravamos – seu primo estudou aqui a vida toda e a diretora do colégio frequenta nossa igreja, ela vai nos ajudar.
Dito e feito.
Sem muita demora meu tio conseguiu uma vaga para mim e eu começaria já no outro dia pela manhã.
Diferente da minha antiga escola, essa não era em período integral, eu teria as tardes livres então até cogitei arrumar um serviço de meio período pra juntar um dinheiro enquanto estava alí e também ter um motivo pra não ficar preso em cada o dia inteiro com os beatos.
No carro, voltando pra casa meu tio puxou assunto:
– Acho que você deveria dar uma chance pro grupo de jovens, ir com a cabeça aberta…
– “Cabeça aberta”? – perguntei o interrompendo – meio contraditório seu pedido.
– Por que? – ele perguntou de cara fechada.
– Quem na religião de vocês tem cabeça aberta? Só sabem julgar a atitude de todo mundo…
– Não é bem assim rapaz – ele disse começando o sermão – por que esse ódio todo ao evangelho?
– Não tenho ódio a evangelho nenhum tio, só não acho coerente eu seguir algo que eu não acredito, que dizem que eu sou uma abominação só por ser gay.
– Mas as escrituras sagradas dizem claramente, eu só sigo elas.
– As “escrituras sagradas” dizem tanta..mas tanta coisa, proíbem mais um milhão de coisas mas vocês só escolhem abominar o que vocês querem, vocês usa a bíblia pra mascarar o preconceito de vocês.
– Não é bem assim.
– É sim e lá no fundo você sabe que é. O que muda na sua vida se eu me envolvo com homens?
– É pecado Vinícius!
– Ok então se preocupe com seus pecados que eu me preocupo com os meus, que necessidade enorme é esse de se meter na vida dos outros? É pecado pra você que acredita nessas coisas, pra mim não.
Meu tio parecia bravo mas tentava manter a calma, depois de muito tempo ele falou.
– Não me importo com o que você faz, só vou te pedir pra não desrespeitar meu lar.
– Não conseguiria desrespeitar mesmo que eu quisesse, só tem crente nessa cidade. – eu debochado e ele não disse mais nada.
Só me deixou na porta de casa e foi para a igreja.

– Conseguiram a vaga? – perguntou tia Sônia quando entrei cozinha a dentro.
– Felizmente sim!
– Aí amém, sabia que Deus ia abrir as portas.
Sentia vontade de rir toda vez que eles falavam daquele jeito.
– Já começo amanhã.
Fiquei na cozinha conversando com minha tia Sônia. Ela era irmã da minha mãe e desde que se casou com Cláudio e se converteu ao evangelho deixou de ter contato conosco, não aprovava nossa vida sem uma religião então preferiu se afastar e viver sua vida com sua família.
Passei a tarde com ela e a noite todos jantamos juntos, felizmente não era dia de culto, mas mesmo assim a família se reunia na sala para fazer suas orações e cantar algumas músicas.
Teria que aguentar isso sabe-se lá deus por quanto tempo.

Os dias foram se passando tranquilamente, não entrei mais em assuntos polêmicos com meu tio, conversava cada vez mais com Bruno e começamos a criar uma amizade.
Todas as noites meu primo se masturbava, bem ali na cama do lado da minha e meu tesão subia a cada dia que o via fazendo aquilo. Sentia algo estranho quando entravamos em algum assunto que envolvia sexo, ele ficava completamente sem graça e piorava ainda mais quando se tratava de sexualidade. Comecei a desconfiar de que ele jogava no meu time.
Uma semana depois da minha chegada eu tive a confirmação das minhas suspeitas.
Tomei um banho a noite, antes de me deitar troquei minha roupa no banheiro e distraído levei minha roupa suja sem querer para o quarto, deixando-a em cima da cama.
Voltei para o banheiro para escovar os dentes e quando retornei ao quarto vi Bruno correndo e se sentando em sua cama.
– Que isso? – perguntei me assustando, ele parecia estar escondendo algo.
– Nada – disse totalmente sem graça com uma das mãos sutilmente coloca atrás das costas.
Peguei minha roupa suja que esqueci em cima da cama e levei para o cesto de roupas.
Me deitei normalmente e peguei no sono.
Acordos algum tempo depois com o barulho que já era de costume. Bruno está a se masturbando novamente, neste dia com mais força e vontade que o normal, percebi que uma de suas mãos estava perto de seu rosto e ele segurava algo.
Meu coração gelou.
Era minha cueca.
Arregalei os olhos e não conseguia acreditar, meu primo estava cheirando minha cueca enquanto batia uma.
Sem pensar e deixando o tesão me guiar eu me levantei devagar e parei ao lado de sua cama, ele arregalou os olhos ao me ver.
– Shhh! – coloquei o dedo sobre os lábios fazendo com que ele não falasse alto.
Peguei minha cueca de sua mão e ele parecia inerte, sem reação, estava pálido e nervoso.
– Por favor…eu explico… é que…
– Você também é gay.
– Não – ele disse com convicção – Não sou gay, foi só uma coisa…sem pensar, não fala disso pra ninguém.
– Contando que você não fale disso…- peguei em seu pau – …pra ninguém.
– Não, não faz isso – ele se encolheu na cama – é pecado…eu…
– Shhhhhh
Tapei sua boca e subi em cima dele, fui descendo até chegar em sua pica que estava completamente melada, provei aquela baba gostosa e comecei a mamar, sua pica não era tão grossa mas era enorme.
Assim que coloquei a boca ele se contorceu, parecia nunca ter experimentado a sensação e começou a agarrar o lençol.
– Para..- ele sussurava – isso tá errado.
Eu mamava e ele tentava me impedir, suplicando enquanto gemia.
Lambia sua pica toda proporcionando prazer que eu sabia que ele nunca tinha sentido até que ele parou de negar fogo e só me deixou mamar, não me tocava mas também não tentava me impedir. Bruno gemia gostoso, um gemido tímido quase que tentando segurar o tesão, mas era impossível. Ele se contorcia toda vez que eu enfiava sua pica até o fundo de minha garganta, comecei a passar a mão pela sua barriga lisinha e ele ainda não tinha se soltado a ponto de me tocar.
Mamei incansavelmente deixando sua piroca toda babada e melada, ele me olhava ainda com os olhos arregalados, com medo mas como se quisesse mais.
Tirei meu short de dormir ficando só de camisa, subi sobre ele e fiquei de costas, comecei a esfregar sua pica na entrada do meu cu e sentia seu pau latejando.
– Não faz isso…- ele continuava a sussurrar – ta errado, se alguém pega a gente…
Antes que ele pudesse falar mais coloquei a cabeça de seu pau no meu cu e sentei com vontade.
Um gemido alto saiu da garganta de Bruno e ele quase se levantou da cama, se contorcendo, empinei meu rabo e comecei a rebolar gostoso com sua pica dentro.
Ele gemia, parecia sem jeito para a coisa, talvez por falta de prática mas ainda sim me enchia de tesão. Sua pica entrava deliciosamente e também me fazia gemer baixinho e quando me dei conta meu cu estava todo cheio com sua porra.
Saí de cima dele com o cu pingando leite
– Isso aqui é meu – falei risonho enquanto pegava minha cueca que estava em cima da cama e saí do quarto pra me lavar.

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